quarta-feira, 9 de maio de 2012

AS DEZ MAIORES OBRAS DE ARTE



A pedido do “Illustrated London News”, em 1985, um juri formado pelos maiores conhecedores de arte do mundo escolheu as dez maiores obras de arte já realizadas pelo homem. São elas:

“As Meninas ou A Família de Filipe IV” (1656), Diego Velázques
Museu do Prado, em Madri – Reino da Espanha
Por unanimidade em primeiro lugar!
Abaixo, a obra “Las Meninas” em pôster de 24 × 36 polegadas.
Tive a oportunidade de contemplar em 07/2003.

“Vista de Delft”, de Vermeer
Maurithshuis, em Haia – Holanda

“A Tempestade” (c. 1505), óleo s/ tela, 82 × 73 cm, de Giorgione
Galeria da AcademiaVeneza – Itália (no acervo desde 1932)
Tive a oportunidade de contemplar em 16/08/2007.
O belíssimo quadro “A Tempestade”, também chamado de “A Tormenta”, é uma das peças fundamentais da pintura veneziana, ela marca o início do Século XVI na arte. Especialistas dizem que Giorgione de Castelfranco foi deslumbrante por ter conseguido criar atmosferas insinuantes, sugerindo até uma certa qualidade musical... A natureza parece indefesa, tal qual a figura da mãe abandonada no quadro e as colunas truncadas, que aparecem como joguetes da terrível luta dos elementos.

“A Primavera” (1476/1477), de Botticelli
Têmpera sobre tábua, 203 × 314 cm, Galeria defli UffiziFlorença – Itália
Tive a oportunidade de contemplar esta obra em 02/08/2007 (quinta-feira), pois cheguei propositalmente em Florença (Firenze) um dia anterior, assim poderia passar o dia do meu aniversário na capital da bela Toscana...

“A Ressureição”, de Pierro della Francesca
Mural em afresco e têmpera, 225 × 200 cm. Museu Civico, Sansepolcro – Itália

“O Enterro do Conde Orgaz” (1586), de El Greco
San Tomé, em Toledo – Reino da Espanha

“A Lamentação” (1305), de Di Giotto
Cappella dei Scrovegni, em Pádua – Itália

“O Altar de Isenheim” (1512-1516), de Grünewald
“Crucificação”, retábulo central do Altar de Isenheim, pintado por Grünewald
A primeira vista do altar vemos: São Sebastião (esquerda), A Crucificação (central), Santo Antônio (direita), Entombment (bottom). Óleo sobre painel. Museu d’Unterlinden, Colmar – França?
Mathis Gothart Niethart (1470c.-1528), conhecido como Matthias Grünewald foi, junto com Dürer, um dos pintores mais importantes da Alemanha durante o século XV e início do XVI. Seus dados biográficos são pouco claros e não se tem certeza do ano de seu nascimento. Curiosamente o nome Grünewald foi-lhe dado postumamente, decorrente do engano de um biógrafo do século XVII...
Nascido em Würzburg, próximo à Frankfurt, precursor do expressionismo e um dos maiores pintores germânicos do Renascimento. Começou a aparecer como profissional da pintura sacra quando vivia em Aschaffenburg, em Seligenstadt am Main e seu primeiro trabalho de data conhecida é o “Escárnio de Cristo” (1503).
Assumiu o cargo de pintor oficial do arcebispo de Mainz (1509), que morava em Aschaffenburg. Mudou-se (1515) para Isenheim, na Alsácia, para realizar o retábulo da igreja dos antoninos, obra máxima de seu estilo dramático, de intenso colorido.
Notavelmente influenciada pelos princípios da Reforma, seus personagens têm em si algo de caricaturesco, provavelmente uma referência à decadência do ser humano numa época em que inclusive a Igreja observava seu próprio declínio...
Morreu em Halle, e de sua obra, revalorizada no século XX pelos expressionistas, hoje, conservam-se apenas dez pinturas e alguns desenhos. Lamentavelmente, várias de suas obras foram dadas por perdidas, apesar de existir documentação provando sua existência.
“O Altar de Isenheim” foi realizado para o altar-mor da igreja do Mosteiro de Santo Antônio, em Isenheim. Toda a dramaticidade de um dos momentos chave da história cristã está plasmada na figura de um Cristo desmaiado de dor, na cena central da Crucificação, enquanto a mais terrível escuridão se abate sobre o gênero humano, refletindo a profunda devoção mística do movimento conhecido como Devoção Moderna...


“Guernica” (1937), de Pablo Picasso
Museu Rainha Sofia, em Madri – Reino da Espanha
O bloco abaixo foi emitido pelo Reino da Espanha em 1981, para Comemorar o Centenário de Nascimento de Pablo Picasso e mostra a obra “Guernica” (Scott: 2252, Yvert Bloco 29 e 29a); a qual tive a oportunidade de contemplar em 04/1998.

“O Retorno do Filho Pródigo” (1669), de Rembrandt
Museu Ermitage, em São Petersburgo (ex-Leningrado) – Federação Russa
Tive a oportunidade de contemplar em 08/2004.

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Última atualização: 02/12/2011.
EXTRAIDO DE  www.giramania.com.br

Renascimento Científico



Na área científica podemos mencionar a importância dos estudos de astronomia do polonês Nicolau Copérnico. Este defendeu a revolucionária idéia do heliocentrismo (teoria que defendia que o Sol estava no centro do sistema solar). Copérnico também estudou os movimentos das estrelas.
Galileu Galilei Galileu Galilei: um dos principais representantes do Renascimento Científico
Nesta mesma área, o italiano Galileu Galilei desenvolveu instrumentos ópticos, além de construir telescópios para aprimorar o estudo celeste. Este cientista também defendeu a idéia de que a Terra girava em torno do Sol. Este motivo fez com que Galilei fosse perseguido, preso e condenado pela Inquisição da Igreja Católica, que considerava esta idéia como sendo uma heresia. Galileu teve que desmentir suas idéias para fugir da fogueira.
A invenção da prensa móvel, feita pelo inventor alemão Gutenberg em 1439, revolucionou o sistema de produção de livros no século XV. Com este sistema, que substituiu o método manuscrito, os livros passaram a ser feitos de forma mais rápida e barata. A invenção foi de extrema importância para o aumento da circulação de conhecimentos e ideias no Renascimento




Extraido de Superpesquisa